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    caldemos-to

    caldaça | n. f.

    Caldo muito aguado e mal temperado....


    gancha | n. f.

    Gadanha para o feno....


    osmazoma | n. f.

    Substância alimentícia da carne que forma a base do caldo....


    mojica | n. f.

    Caldo engrossado com qualquer substância alimentar, como milho, arroz, castanha, etc....


    saldo | n. m. | adj.

    Resto....


    caldense | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo à cidade de Caldas da Rainha....


    paparote | n. m.

    Caldo feito com castanhas piladas....


    tacacá | n. m.

    Caldo feito de goma de mandioca, camarões, tucupi, jambu e outros condimentos....


    baclava | n. f.

    Pastel doce, com origem no Médio Oriente, feito com massa folhada muito fina geralmente recheada com frutos secos como amêndoas ou pistachos e coberta com mel ou calda....


    açaí | n. m.

    Palmeira (Euterpe oleracea) de caule anelado, cujos frutos são comestíveis....


    caldinho | n. m.

    Caldo leve, pouco apurado (ex.: caldinho de feijão)....


    ramen | n. m.

    Prato de origem japonesa, composto por um tipo de massa que se serve num caldo à base de carne, peixe ou legumes....


    dourada | n. f.

    Nome de várias espécies de peixes acantopterígios que se encontram nos mares da Europa....


    ginga | n. f.

    Espécie de remo que, apoiado num encaixe sobre a popa, faz andar a embarcação....


    bilharaco | n. m.

    Bolinho de massa húmida, feito de abóbora, farinha de trigo, raspa de laranja ou limão e ovos, frito e depois passado por calda de açúcar ou polvilhado com açúcar e canela, típico da época de Natal....


    funje | n. m.

    Papa de farinha de mandioca com caldo....


    chilro | adj. | n. m.

    Que tem pouco tempero (ex.: água chilra; caldo chilro)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?