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    banharmos-to

    eureka | interj.

    Exclamação de Arquimedes tornada proverbial, ao descobrir, no banho, a lei do peso específico dos corpos....


    alipta | n. m.

    O que, entre os romanos e entre os gregos, untava com essências os que saíam do banho, e os atletas antes do combate....


    amã | n. m.

    Perdão que os muçulmanos concedem a quem não segue o islamismo....


    banha | n. f.

    Gordura animal, em especial a do porco....


    banhado | adj. | n. m.

    Que tomou banho; que se banhou....


    banheiro | n. m.

    O que proporciona banhos ou acompanha os banhistas no banho....


    banhista | n. 2 g.

    Pessoa que está a banhos numa praia, piscina ou estância balnear....


    bastão | n. m.

    Pau pouco mais alto que a bengala....


    caldeiro | n. m. | adj.

    Vaso para tirar água dos poços....


    ilutação | n. f.

    Ato de banhar em lodo medicinal, de tratar por aplicações de lodo....


    padinha | n. f.

    Espécie de bolo com açúcar e banha de porco....


    pedilúvio | n. m.

    Banho dado aos pés ou às patas....


    perfusão | n. f.

    Introdução lenta e contínua de um líquido, geralmente uma substância medicamentosa ou sangue, num organismo ou órgão (ex.: perfusão cerebral; perfusão intravenosa; perfusão retal; perfusão subcutânea)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?