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    bolinarmos-me

    bolineiro | adj.

    Diz-se do navio que navega bem à bolina....


    chamego | n. m.

    Excitação, inquietação, agitação....


    sarrada | n. f.

    Ato ou efeito de sarrar....


    bolina | n. f.

    Cabo que manobra a vela para que o vento incida melhor nela....


    orça | n. f.

    Ato de orçar ou calcular....


    pegação | n. f.

    Ato ou efeito de pegar....


    bolinagem | n. f.

    O mesmo que bolinação....


    orçada | n. f.

    Ato ou efeito de orçar....


    ló | n. m.

    Lado de onde sopra o vento....


    abolinar | v. intr.

    Ir pela bolina; meter à bolina....


    bolinar | v. intr. | v. tr.

    Navegar a ganhar barlavento....


    desbolinar | v. tr.

    Largar a bolina (para endireitar a vela)....


    orçar | v. tr. | v. intr.

    Computar, calcular....


    patolar | v. tr.

    Agarrar alguém pela gola da camisa ou do casaco, geralmente para agredir ou intimidar....


    sarrar | v. tr. e intr.

    Manter contactos físicos voluptuosos....


    vela | n. f.

    Pano forte e resistente que se prende aos mastros para fazer andar as embarcações, ou aos braços dos moinhos de vento para os fazer girar....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.