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    bancada

    parideiro | adj.

    Que está em idade de parir (ex.: fêmea parideira)....


    -edro | elem. de comp.

    Exprime a noção de face (ex.: decaedro)....


    bancário | adj.

    De bancos ou de banqueiro (comercial)....


    areinho | n. m.

    Pequeno areal, à beira de um rio....


    banqueiro | n. m.

    O que faz operações bancárias ou detém um banco....


    banqueta | n. f.

    Banco geralmente sem encosto e estofado....


    barrilete | n. m.

    Pequeno barril, geralmente de menos de dez litros....


    base | n. f. | adj. 2 g. 2 núm.

    Superfície inferior de um corpo, que geralmente serve de apoio....


    caixa-forte | n. f.

    Compartimento muito seguro, de banco ou empresa, onde se guardam dinheiro, documentos ou objetos de valor....


    escabelo | n. m.

    Banco comprido e largo, constituindo ao mesmo tempo uma caixa, e com uma tábua de encosto a todo o comprimento....


    cheque | n. m.

    Documento que representa uma ordem de pagamento à vista sobre casa onde se tem valores....


    escamel | n. m.

    Banco usado para açacalar ou polir as armas, em especial espadas....


    larga | n. f. | interj.

    Ato ou efeito de largar....


    paco | n. m.

    Dose de droga (entre vendedores e viciados)....


    sirte | n. f.

    Banco de areia movediça....


    tripó | n. m.

    Tripeça com assento triangular de couro e os pés unidos....


    tropeço | n. m.

    Coisa em que se tropeça....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?