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    aspaste-ta

    aspado | adj.

    Martirizado em aspa....


    aspa | n. f. | n. f. pl.

    Cruz em forma de X ou cruz de Santo André, antigo instrumento de suplício....


    aspaço | n. m.

    Pancada com as aspas ou chifres....


    aspe | n. m.

    Aspa....


    tesoura | n. f. | n. f. pl.

    Instrumento cortante composto de duas folhas que se movem sobre um eixo comum....


    vírgula | n. f. | interj.

    Sinal ortográfico de pontuação (,) que serve para separar ou isolar membros de uma frase e que pode corresponder na leitura oral a uma pausa de curta duração....


    sautor | n. m.

    Figura em forma de X....


    sotoar | n. m.

    Aspa, sautor....


    aspudo | adj. n. m.

    Diz-se de ou animal que tem aspas ou chifres grandes....


    aspar | v. tr.

    Crucificar na aspa....


    coma | n. f. | n. f. pl.

    Sinal ortográfico de pontuação (,) que serve para separar ou isolar membros de uma frase e que pode corresponder na leitura oral a uma pausa de curta duração....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?