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    aventure-as

    Que tem, pelas suas aventuras extraordinárias ou inverosímeis, semelhança com a figura de Rocambole, herói aventureiro do escritor francês Ponson du Terrail (1829-1871) (ex.: história rocambolesca)....


    Com muitas peripécias ou aventuras extraordinárias; de modo rocambolesco....


    lance | n. m.

    Ato ou efeito de lançar....


    western | n. m.

    Obra, geralmente um filme, com peripécias movimentadas, cujo género foi criado na América do Norte e que narra geralmente as aventuras dos pioneiros e dos cobóis no Oeste norte-americano, no século XIX....


    aventurança | n. f.

    Combinação de circunstâncias ou de acontecimentos da vida que se acredita serem inevitáveis....


    putanheiro | n. m.

    Homem que tem frequentemente sexo com prostitutas....


    cartada | n. f.

    Jogada de uma carta....


    odisseia | n. f.

    Viagem cheia de aventuras e peripécias....


    peripécia | n. f.

    Mudança repentina de um estado para outro nas personagens de um drama....


    rocambolismo | n. m.

    Processos ou aventuras rocambolescas....


    romance | n. m. | adj. 2 g.

    Narração histórica em versos simples....


    aventureiro | n. m. | adj.

    O que corre ou busca aventuras....


    fofa | n. f.

    Antiga dança lasciva....


    robinsonada | n. f.

    História de aventuras estranhas e surpreendentes, como as de Robinson Crusoe, náufrago que sobreviveu durante anos numa remota ilha deserta (ex.: o filme é uma robinsonada)....


    cavaleiro | n. m. | adj.

    Homem que monta a cavalo....


    campador | adj. n. m.

    Que ou aquele que passeia de noite em busca de aventuras amorosas....


    romanesco | adj. | adj. n. m. | n. m.

    Que abunda em aventuras próprias de romance....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.