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    atentaste-os

    absorto | adj.

    Que se absorveu....


    advertido | adj.

    Avisado; prudente; atento....


    distraído | adj.

    Pouco atento ao que se faz ou diz....


    distante | adj. 2 g.

    Que não está junto; que está a uma certa distância (ex.: coloque os braços distantes um do outro)....


    Fixo, muito atento (falando dos olhos)....


    ligado | adj.

    Que se ligou....


    invigilante | adj. 2 g.

    Que não vigia ou não está com atenção....


    atentivo | adj.

    Que tem atenção ou em que há atenção....


    calinada | n. f.

    Dito ou comportamento de calino....


    digestão | n. f.

    Elaboração dos alimentos no estômago e nos intestinos....


    atentado | n. m.

    Delito, particularmente o cometido contra o Estado ou uma autoridade....


    bombista | n. 2 g. | adj. 2 g.

    Pessoa que fabrica bombas explosivas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?