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    assassinaram

    fuzilado | adj.

    Justiçado ou assassinado com arma de fogo....


    vítima | n. f.

    Pessoa ou animal oferecida em sacrifício aos deuses ou num ritual religioso....


    mariticida | n. f.

    Mulher que assassina o próprio marido....


    assassínio | n. m.

    Ato de assassinar; assassinato....


    Divodignos | n. m. pl.

    Sociedade secreta coimbrã, a que pertenciam os académicos que em 1828 assassinaram os lentes que iam apresentar-se a D. Miguel....


    presunto | n. m.

    Perna ou espádua posterior do porco, depois de salgada e curada....


    uxoricida | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem assassinou a sua mulher (ex.: ato uxoricida; julgamento do uxoricida)....


    Mamífero cetáceo (Orcinus orca) da família dos delfinídeos, encontrado em águas profundas, que se distingue pelo dorso negro, com zona ventral e manchas laterais brancas, e por ter as barbatanas peitorais muito prolongadas....


    apache | adj. 2 g. | n. 2 g. | n. m.

    Relativo aos apaches, povo indígena da América do Norte e México, célebre pelos seus ardis de guerra....


    alegado | n. m. | adj.

    Aquilo que se alega....


    sicário | n. m.

    Assassino contratado (ex.: o sicário foi denunciado e capturado)....


    tosse | n. f.

    Expiração brusca com convulsão ruidosa do peito ou da garganta....


    pistoleiro | n. m.

    Soldado francês que no século XVI usava pistola na cavalaria....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?