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    arriamos-mas

    barbicacho | n. m.

    Arreio de cordas para a cabeça dos animais....


    calador | n. m.

    Tripulante que deita a rede ao mar....


    calhau | n. m.

    Pedaço de rocha dura....


    sobrecilha | n. f.

    Peça de arreio que fica sobre a cilha....


    lombilho | n. m.

    Arreio usado como sela....


    andarivelo | n. m.

    Cabo para içar e arriar mastaréus e vergas....


    asnil | adj. 2 g. | n. m.

    Relativo a asno....


    giga | n. f.

    Selha larga e pouco alta....


    surriola | n. f.

    Qualquer dos paus que se arreiam pelos costados para a eles se amarrarem os botes....


    coelheira | n. f.

    Parte do arreio ou coleira onde se prende o tirante ligado ao pescoço do cavalo de tiro....


    coalheira | n. f.

    Parte do arreio ou coleira onde se prende o tirante ligado ao pescoço do cavalo de tiro....


    tira-testa | n. m.

    Parte do arreio que guarnece a testa da cavalgadura....


    cabresto | n. m.

    Arreio de corda, couro ou de linhagem que cinge a cabeça e o focinho dos animais de carga....


    arriação | n. f.

    Ato ou efeito de arriar (ex.: arriação da bandeira)....


    arriamento | n. m.

    Ato ou efeito de arriar (ex.: arriamento da bandeira)....


    arreio | n. m.

    Ato ou efeito de arrear ou de se arrear....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?