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    aplainou-mas

    aparelhagem | n. f.

    Conjunto de aparelhos e de acessórios....


    macho-fêmea | adj. 2 g. n. m. | n. m.

    Que ou quem se considera ter características do sexo masculino e do sexo feminino....


    acepilhar | v. tr.

    Alisar com cepilho (ex.: acepilhar a madeira)....


    afagar | v. tr.

    Passar a mão por cima de, geralmente de forma carinhosa; fazer afagos a....


    aplainar | v. tr.

    Alisar com a plaina....


    desempolar | v. tr. e intr.

    Tirar as empolas a....


    explanar | v. tr.

    Fazer a exposição ou a interpretação de algo (ex.: explanar uma matéria)....


    igualar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Tornar igual....


    lavrar | v. tr. | v. intr.

    Trabalhar com arado, charrua, etc....


    plainar | v. tr.

    Alisar com a plaina....


    rabotar | v. tr.

    Alisar com rabote ou plaina grande (ex.: rabotar a madeira)....


    espera | n. f. | n. f. pl.

    Ato de esperar....


    aplainador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que aplaina....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?