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    amparamos-mas

    coberto | adj.

    Tapado, resguardado....


    Que não tem amparo ou arrimo, abandonado....


    escorado | adj.

    Seguro ou sustido por escoras....


    abrigo | n. m.

    Lugar de refúgio contra a intempérie....


    arjão | n. m.

    Pau com que se empa a videira....


    arnês | n. m.

    Armadura que cobre o corpo todo de um guerreiro....


    cajado | n. m.

    Pau tosco para apoio de quem caminha....


    cambo | n. m. | adj.

    Vara para sacudir ou apanhar fruta....


    conchego | n. m.

    Ato ou efeito de conchegar ou de se conchegar....


    emparo | n. m.

    O mesmo que amparo....


    escora | n. f.

    Trave ou peça de ferro que ampara ou sustém....


    ilharga | n. f.

    Cada uma das partes laterais inferiores do ventre....


    proteção | n. f.

    Ato ou efeito de proteger ou de se proteger....


    salvaguarda | n. f.

    Proteção concedida por uma autoridade qualquer....


    tutela | n. f.

    Encargo público de tutor....


    tutoria | n. f.

    Cargo ou autoridade de tutor....


    xelma | n. f.

    Espécie de sebe com que se ladeia o tabuleiro de um carro para amparar a carga....


    ampara-livros | n. m. 2 núm.

    Objeto destinado a segurar um conjunto de livros dispostos verticalmente....


    adarga | n. f.

    Escudo oval de couro....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?