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    afixou-o

    afixal | adj. 2 g.

    Relativo a afixo ou à presença de afixo (ex.: derivação afixal)....


    cartazeiro | n. m.

    Aquele que se emprega em afixar cartazes....


    edital | adj. 2 g. | n. m.

    Relativo a édito....


    ecrã | n. m.

    Superfície, geralmente branca, na qual se projetam vistas fixas ou animadas....


    proscrito | adj. | n. m.

    Que sofreu proscrição....


    chapa | n. f. | n. m. | n. 2 g. | n. f. pl.

    Peça plana e relativamente delgada de qualquer material duro e resistente (aço, ferro, madeira, vidro), geralmente usada para cobrir, adornar ou revestir algo....


    infixo | n. m.

    Afixo medial (ex.: -dis- em indispor é um infixo)....


    matrícula | n. f.

    Ato ou efeito de matricular ou de se matricular....


    Pedaço de papel ou de outro material impresso que se afixa num recipiente, geralmente na parte oposta à do rótulo, com informações adicionais sobre o produto, o produtor ou o distribuidor (ex.: contrarrótulo de uma garrafa de azeite)....


    afixo | n. m. | adj.

    Partícula que se junta a uma palavra para lhe modificar a significação (ex.: os prefixos e os sufixos são afixos)....


    pasquim | n. m.

    Escrito anónimo afixado em lugar público com expressões satíricas contra o governo ou alguma pessoa constituída em dignidade....


    placa | n. f.

    Folha de um material rígido....


    tabela | n. f.

    Suporte onde se faz um registo de informações, organizado em linhas e colunas (ex.: tabela de preços)....


    fixar | v. tr. | v. pron.

    Tornar fixo....


    publicar | v. tr.

    Tornar público e notório....


    placar | n. m.

    Aviso impresso, datilografado ou manuscrito, de caráter informativo ou publicitário, afixado em lugar público....


    não-afixal | adj. 2 g.

    Em que não há presença de afixo (ex.: derivação não-afixal)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?