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    aferia

    aferível | adj. 2 g.

    Que pode ser aferido....


    Arte ou modo de combinar os acordes de diversos instrumentos....


    aferência | n. f.

    Qualidade do que é aferente....


    aferido | n. m. | adj.

    Caneiro que verte água sobre uma roda motriz....


    aferidor | adj. | n. m.

    Que confere a precisão de pesos ou medidas; que afere....


    balancista | n. m.

    Empregado na aferição de balanças....


    Projeto cuja aplicação prática visa servir de primeira experiência para se aferir da sua eficácia....


    aferir | v. tr.

    Cotejar medidas e pesos com o padrão oficial e carimbá-los, quando legais....


    afilar | v. tr.

    Tornar afiado....


    parear | v. tr. | v. tr. e intr.

    Medir ou aferir com párea (ex.: parear os tonéis e as pipas)....


    romanear | v. tr.

    Pesar, utilizando uma romana....


    etalonagem | n. f.

    Processo de pós-produção de cinema ou vídeo em que é feita a gradação e ajuste de cores....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?