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    acolchoas-tos

    almofadado | adj.

    Estofado, acolchoado, fofo como almofada....


    bastos | n. m. pl.

    Rede que faz parte do saco, nos aparelhos de pesca da sardinha....


    junco | n. m.

    Género de juncáceas, de hastes direitas e flexíveis, que cresce na água e nos sítios húmidos....


    moisés | n. m. 2 núm.

    Cesta acolchoada ou berço portátil para transportar uma criança recém-nascida. (Equivalente no português de Portugal: alcofa.)...


    Fazenda de algodão tecida à maneira de acolchoado miudinho....


    acolchoado | n. m. | adj.

    Tecido forrado ou lavrado à maneira de colcha....


    borraina | n. f.

    Acolchoado interior dos arções....


    edredão | n. m.

    Cobertura acolchoada para cama, com enchimento de penas, algodão ou fibras sintéticas (ex.: edredão de penas)....


    edredom | n. m.

    Cobertura para cama, acolchoada e com enchimento de penas, algodão ou fibras sintéticas (ex.: a capa de edredom está no gaveteiro)....


    alcofa | n. f.

    Cesto de material flexível com duas asas....


    cotoveleira | n. f.

    Deformação que o cotovelo faz na manga....


    mangueiro | n. m.

    Peça cilíndrica acolchoada usada para passar a ferro mangas de vestuário....


    sela | n. f.

    Assento acolchoado onde se senta o cavaleiro....


    joelheira | n. f.

    Parte das calças que cobre os joelhos....


    suadeira | n. f.

    Ato ou efeito de suar muito....


    caneleira | n. f.

    Árvore perene (Cinnamomum zeylanicum) da família das lauráceas, de folhas ovaladas verde-escuras e opostas, flores amarelo-esverdeadas aromáticas dispostas em panículas e bagas de cor púrpura, nativa do Sri Lanca, antigo Ceilão, que dá a canela aromática....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?