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    acertasses-to

    vasqueiro | adj.

    Que tem um desvio nos olhos....


    De modo acertado (ex.: o aluno respondeu acertadamente à questão)....


    dedo | n. m.

    Cada um dos prolongamentos articulados que terminam as mãos e os pés do homem e as extremidades de outros animais....


    cheio | adj. | n. m.

    Que tem dentro tanto quanto pode conter....


    mitógrafo | n. m.

    Aquele que escreve acerta dos mitos....


    trincho | n. m.

    Travessa ou prato grande sobre que se trincha....


    chute | n. m.

    Pontapé forte na bola (ex.: chute de fora da área)....


    acerto | n. m.

    Ato de acertar....


    asserto | n. m.

    Proposição que se julga verdadeira....


    mosca | n. f. | n. 2 g.

    Designação comum a diversos insetos dípteros, de diversas famílias....


    muche | n. f.

    Ponto negro no centro de um alvo....


    roleta | n. f.

    Jogo de azar em que se pretende acertar no número e cor onde vai parar uma bola branca lançada no sentido contrário ao de uma roda dividida geralmente em 37 sectores numerados de 0 a 36, e coloridos alternadamente em vermelho e preto (e verde para 0)....


    apanha-bolas | n. 2 g. 2 núm.

    Indivíduo, geralmente jovem, responsável por apanhar e devolver aos jogadores as bolas que saem de campo (ex.: o tenista bateu violentamente a bola e acertou numa apanha-bolas). [Equivalente no português do Brasil: gandula.]...


    mata | n. m.

    Jogo ou brincadeira entre duas equipas cujo objetivo é acertar com uma bola jogada com as mãos nos elementos da equipa adversária. (Equivalente no português do Brasil: queimada.)...


    atino | n. m.

    Acerto; tino....


    Falta de propósito ou de oportunidade....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.