Pesquisa nas Definições por:

    abandonemos-mas

    Que não tem amparo ou arrimo, abandonado....


    entregue | adj. 2 g.

    Que se entregou....


    De modo inclusivo; sem exclusão (ex.: as interferências corrompem inclusivamente o sistema financeiro)....


    sozinho | adj.

    Absolutamente só....


    abandonante | adj. 2 g.

    Que abandona ou deixa ao abandono....


    Palavras de Horácio alusivas à sua fuga precipitada da batalha de Filipos que podem aplicar-se a todos que desertam diante do inimigo....


    vae soli | loc.

    Palavras que caracterizam a situação deplorável do homem abandonado a si mesmo....


    Alusão de Lucano à fidelidade de Catão a Pompeio vencido por César; cita-se a propósito daqueles que não abandonam uma causa, mesmo depois de ela ter sucumbido....


    Pessoa em proveito da qual se faz uma cessão de bens, ou que adquire o direito do que foi abandonado....


    abandono | n. m.

    Ato ou efeito de abandonar....


    abrigo | n. m.

    Lugar de refúgio contra a intempérie....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?