Significado de Maremos-me

    A forma Maremos-mepode ser [primeira pessoa plural do imperativo de mararmarar] ou [primeira pessoa plural do presente do conjuntivo de mararmarar].

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    marar1marar1
    ( ma·rar

    ma·rar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. [Informal] [Informal] Causar a morte de. = ASSASSINAR

    2. [Informal] [Informal] Causar danos ou estragos em (ex.: os filhos mararam a aparelhagem).

    verbo intransitivo

    3. [Informal] [Informal] Tornar-se louco ou tresloucado (ex.: ele marou com as drogas).

    etimologiaOrigem:etimologia indiana.

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    marar2marar2
    ( ma·rar

    ma·rar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    [Informal] [Informal] Apreciar com a visão. = GALAR

    etimologiaOrigem:etimologia obscura.

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    Esta palavra no dicionário

    bímare | adj. 2 g.

    Que está entre dois mares....


    marado | adj.

    Que perdeu a razão ou apresenta perturbações mentais....


    bêntico | adj.

    Relativo às comunidade de organismos que vivem no fundo de mares, rios e lagos (ex.: fauna bêntica)....


    bentónico | adj.

    Relativo às comunidade de organismos que vivem no fundo de mares, rios e lagos (ex.: fauna bentónica; organismos bentónicos)....


    A palavra "Maremos-me" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?