Significado de fritámos-te

    Será que queria dizer fritamos-te?

    A forma fritámos-teé [primeira pessoa plural do pretérito perfeito do indicativo de fritarfritar].

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    fritarfritar
    ( fri·tar

    fri·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:abundante.

    verbo transitivo

    1. Cozinhar a alta temperatura em azeite, manteiga ou outra gordura, geralmente até alourar. = FRIGIR

    2. [Indústria] [Indústria] Proceder à frita do vidro ou do minério.

    3. [Brasil, Informal] [Brasil, Informal] Dificultar o trabalho ou desprestigiar a reputação de alguém que ocupa um cargo, uma função ou uma posição. = QUEIMAR

    verbo intransitivo

    4. [Portugal, Informal] [Portugal, Informal] Perder a estabilidade emocional ou racional, manifestando comportamentos de angústia, desorientação ou pânico, geralmente em situações de elevada tensão. = FLIPAR, FRITAR A PIPOCA, PASSAR-SE, TRIPAR

    etimologiaOrigem:frito + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    acarajé | n. m.

    Bolinho feito com massa de feijão-frade, cebola e sal, frito em óleo de palma....


    almôndega | n. f.

    Pequeno bolo arredondado, geralmente feito de carne picada ou moída, especiarias, ovos ou outros ingredientes, que se serve guisado ou frito....


    banha | n. f.

    Gordura animal, em especial a do porco....


    batata-palha | n. f.

    Batata frita cortada em pequenos palitos muito finos (ex.: cachorro-quente com batata-palha)....


    turnedó | n. m.

    Fatia grossa e arredondada de carne de vaca, geralmente frita ou grelhada....


    A palavra "fritámos-te" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?