Significado de vigília

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    vigíliavigília
    ( vi·gí·li·a

    vi·gí·li·a

    )

    nome feminino

    1. Ausência de sono a horas em que é considerado normal estar a dormir; privação de sono. = INSÓNIA, VELA

    2. [Medicina] [Medicina] Estado normal de consciência e atividade que complementa e se opõe ao estado de sono. = VIGILIDADE

    3. Estado de quem está vígil ou vigilante. = VIGILÂNCIA

    4. Trabalho intelectual ou trabalho manual em horas que se deviam dedicar ao repouso. = LUCUBRAÇÃO

    5. Período, que geralmente inclui uma ou mais noites, durante o qual um grupo de pessoas se reúne num local para uma ação de homenagem, de reflexão, de protesto, de solidariedade, etc.

    6. Desvelo; cuidado.

    7. [Religião] [Religião] Véspera de uma festa importante.

    8. [Portugal: Algarve] [Portugal: Algarve] Arraial ou festa campestre.

    9. Quarto da noite; cada uma das quatro partes em que se pode dividir a noite.


    vigília de armas

    • [História] • [História]  Noite que o guerreiro noviço passava em oração numa igreja, na véspera do dia em que devia ser armado cavaleiro.

    etimologiaOrigem:latim vigilia, -ae.

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    Anagramas

    Esta palavra no dicionário

    velado | adj.

    Passado em vigília, passado sem dormir....


    vígil | adj. 2 g.

    Relativo a vigília ou a vigilância (ex.: estado vígil)....


    modorra | n. f.

    Estado intermédio entre o sono e a vigília....


    onirismo | n. m.

    Estado de espírito em que este, em vigília, se absorve em sonhos, fantasias ou ideias quiméricas....


    A palavra "vigília" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?