Significado de sucederem-se-tos

    A forma sucederem-se-tospode ser [terceira pessoa plural do futuro do conjuntivo de sucedersuceder] ou [terceira pessoa plural infinitivo flexionado de sucedersuceder].

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    sucedersuceder
    |ê| |ê|
    ( su·ce·der

    su·ce·der

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Acontecer, sobrevir, dar-se o caso.

    2. Vir a acontecer depois de. = SEGUIR-SE

    3. Ocupar o lugar de outro.

    4. Ter direito como herança (ex.: os herdeiros habilitados sucederam nas relações creditórias de que a falecida era titular).

    5. [Comércio] [Comércio] Tomar o estabelecimento de outro sob condição de conservar-lhe o nome do primeiro proprietário.

    6. Decorrer.

    verbo pronominal

    7. Seguir-se; vir depois ou após.

    etimologiaOrigem:latim succedo, vir debaixo, subir, aproximar-se, avançar, vir depois, substituir.

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    Esta palavra no dicionário

    casual | adj. 2 g.

    Que depende do acaso....


    fortuito | adj.

    Que sucede inopinada e casualmente....


    insucessível | adj. 2 g.

    Não sucessível; incapaz de suceder a outro....


    loquial | adj. 2 g.

    Relativo aos lóquios ou à evacuação sanguínea vaginal que sucede ao parto....


    noturnal | adj. 2 g.

    Relativo à noite....


    A palavra "sucederem-se-tos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.