Significado de ressalvaria

    A forma ressalvariapode ser [primeira pessoa singular do condicional de ressalvarressalvar] ou [terceira pessoa singular do condicional de ressalvarressalvar].

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    ressalvarressalvar
    ( res·sal·var

    res·sal·var

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Dar ou passar ressalva a; prevenir com ressalva (ex.: ressalvar um contrato).

    2. Fazer ressalvas em (ex.: aquela lei ressalva algumas situações em que não se aplica). = EXCLUIR

    3. Livrar de responsabilidade, culpa ou dano (ex.: esta lei ressalva os menores de culpa). = EXIMIR

    4. Tornar isento ou livre de (ex.: o juiz ressalvou-a de pagar a indemnização). = DESOBRIGAR, ISENTAR, LIVRAR

    5. Assegurar, garantir (ex.: a constituição ressalva muitos direitos).

    6. Fazer emendas ou correções a (ex.: vai ser necessário ressalvar o texto). = CORRIGIR, EMENDAR

    verbo pronominal

    7. Desculpar-se, justificar-se (ex.: sentiu necessidade de se ressalvar perante a situação).

    etimologiaOrigem:re- + salvar.

    Secção de palavras relacionadas

    Anagramas

    Esta palavra no dicionário

    salvaguarda | n. f.

    Proteção concedida por uma autoridade qualquer....


    ressalva | n. f.

    Ato ou efeito de ressalvar....


    salva | n. f.

    Descarga de tiros de armas de fogo em sinal de regozijo ou em honra de alguém....


    reserva | n. f. | adj. 2 g. 2 núm. n. 2 g.

    Ato ou efeito de reservar....


    salvaguardar | v. tr.

    Proteger, defender, livrar de perigo....


    A palavra "ressalvaria" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?