Significado de refresco-tos

    A forma refresco-tospode ser [masculino singular de refrescorefresco] ou [primeira pessoa singular do presente do indicativo de refrescarrefrescar].

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    refrescarrefrescar
    ( re·fres·car

    re·fres·car

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Tornar fresco ou mais fresco.

    2. Dar um refresco a.

    3. Reavivar as cores (a um quadro).

    4. [Figurado] [Figurado] Reforçar, socorrer.

    5. Render, substituir.

    verbo intransitivo

    6. Diminuir de temperatura, arrefecer.

    7. Reanimar, fazer bem.

    8. Prover-se de víveres, fazer aguada.

    verbo pronominal

    9. Tomar refresco.

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    refrescorefresco
    |ê| |ê|
    ( re·fres·co

    re·fres·co

    )

    nome masculino

    1. Bebida fresca e agradável.

    2. Bebida medicamentosa que serve para refrescar.

    3. Comida ligeira oferecida a quem nos visita.

    4. Provisão, fornecimento de víveres.

    5. Refrigério, alívio.

    6. Reforço militar.

    7. [Moçambique, Informal] [Moçambique, Informal] Recompensa, geralmente ilegal, a quem proporciona ou facilita um negócio lucrativo. = PEITA, SUBORNO

    etimologiaOrigem:derivação regressiva de refrescar.

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    Esta palavra no dicionário

    Que refresca; que serve para refrescar; refrigerante....


    cajuada | n. f.

    Refresco de caju....


    genebrada | n. f.

    Refresco de genebra, água, açúcar e casca de limão....


    orchata | n. f.

    Refresco feito com pevides de melancia, água e açúcar....


    A palavra "refresco-tos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?