Significado de recozemos-ta

    A forma recozemos-tapode ser [primeira pessoa plural do presente do indicativo de recozerrecozer] ou [primeira pessoa plural do pretérito perfeito do indicativo de recozerrecozer].

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    recozerrecozer
    |ê| |ê|
    ( re·co·zer

    re·co·zer

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Tornar a cozer.

    2. Cozer durante muito tempo.

    3. Pôr candente (o ferro) e deixá-lo arrefecer lentamente.

    4. Tirar a têmpera (a metais).

    5. [Figurado] [Figurado] Tornar melhor ou mais perfeito. = ABRANDAR, MELHORAR, RETEMPERAR

    6. Pensar insistentemente. = CISMAR, COGITAR, RUMINAR

    verbo transitivo e intransitivo

    7. Cozer demasiado.

    verbo intransitivo e pronominal

    8. Perder a frescura.

    etimologiaOrigem:re- + cozer.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: recoser.

    Esta palavra no dicionário

    ensoado | adj.

    Murcho (pelo calor ou pelo vento suão); flácido....


    recouto | adj.

    Recozido (falando-se de metais)....


    recru | adj.

    Muito cru....


    caçoleta | n. f.

    Parte côncava da fecharia das armas na qual se punha a escorva....


    A palavra "recozemos-ta" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.