Significado de rebatais-mas

    A forma rebatais-masé [segunda pessoa plural do presente do conjuntivo de rebaterrebater].

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    rebaterrebater
    |ê| |ê|
    ( re·ba·ter

    re·ba·ter

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Tornar a bater (ex.: nessa altura rebatíamos os textos à máquina de escrever; rebater o ferro).

    2. Impedir ou afastar uma investida ou um ataque (ex.: rebateram as tropas inimigas). = RECHAÇAR, REPELIR

    3. Argumentar contra um ponto de vista, uma afirmação ou uma situação (ex.: tenho de rebater essa afirmação). = CONTESTAR, CONTRADIZER, REFUTAR

    4. Defender-se ou reprimir um golpe, um ataque ou uma ação. = APARAR, COMEDIR, CONTER, REFREAR, REPRIMIR

    5. Conseguir extinguir um estado ou uma ação. = DEBELAR, DESTRUIR

    6. Debelar; sufocar.

    7. Censurar.

    8. Insistir em determinado assunto ou ideia. = REPISAR

    9. Deitar ou inclinar algo que se encontra na vertical (ex.: rebater os bancos).

    10. Pagar ou receber um título de crédito (ex.: rebater um cheque). = DESCONTAR

    11. Pagar ou receber com desconto (ex.: rebater o vale de desconto). = DESCONTAR

    12. Virar para cima uma extremidade de algo, com pancadas (ex.: rebater o prego). = ARREBITAR

    verbo intransitivo

    13. Palpitar, pulsar, bater.

    etimologiaOrigem:re- + bater.

    Secção de palavras relacionadas

    Esta palavra no dicionário

    irrebatível | adj. 2 g.

    Que não se pode ou não se consegue rebater (ex.: argumentos irrebatíveis)....


    argumento | n. m.

    Raciocínio de que se tira consequência....


    repique | n. m.

    Ato ou efeito de repicar....


    sacaria | n. f.

    Rebate falso para revista de tropas antes de combate....


    hipófora | n. f.

    Chaga profunda e fistulosa....


    A palavra "rebatais-mas" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?