Significado de pulavam-no

    A forma pulavam-noé [terceira pessoa plural do pretérito imperfeito do indicativo de pularpular].

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    pularpular
    ( pu·lar

    pu·lar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    1. Passar por cima de um obstáculo com um salto. = GALGAR, SALTAR, TRANSPOR

    verbo intransitivo

    2. Impulsionar o corpo para se elevar do chão; dar pulos. = SALTAR, SALTITAR

    3. Pulsar com veemência. = PALPITAR

    verbo transitivo

    4. Lançar-se com impulso de um lugar para outro. = ATIRAR-SE, LANÇAR-SE, SALTAR

    5. Descer ou sair rapidamente, geralmente de um meio de transporte. = APEAR-SE, SALTAR

    6. Erguer-se rapidamente. = SALTAR

    7. [Figurado] [Figurado] Omitir por descuido ou de propósito. = SALTAR

    8. Manifestar-se (um sentimento) com sobressalto e impaciência.

    9. Medrar, crescer.

    10. Aumentar em fortuna, honras, etc. = PROSPERAR

    11. Dançar com animação. = SALTITAR

    12. Sofrer aumento muito rápido. = AUMENTAR, SUBIR


    pular fora

    [Informal] [Informal] Deixar de estar envolvido ou de participar; saltar fora.

    etimologiaOrigem:latim pullo, -are, brotar, germinar, lançar.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: polar.

    Esta palavra no dicionário

    polo | contr.

    Contração da preposição por e do artigo lo (atualmente, pelo ou por o)....


    pula | n. f.

    Bolo formado pelas apostas dos jogadores....


    pule | n. f.

    Bilhete de aposta nas corridas de cavalos....


    saliente | adj. 2 g. | n. m.

    Que sobressai, que sai do plano em que assenta (ex.: olhos salientes)....


    A palavra "pulavam-no" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?