Significado de prestar-se-lhos

    A forma prestar-se-lhospode ser [infinitivo de prestarprestar], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de prestarprestar], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de prestarprestar], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de prestarprestar] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de prestarprestar].

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    prestarprestar
    ( pres·tar

    pres·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Tornar disponível ou acessível (ex.: a empresa presta serviços na área da manutenção e reparação; ninguém prestou apoio; prestaram-lhes todos os cuidados necessários). = CONCEDER, DAR, DISPENSAR

    2. Ser causador ou transmissor de algo (ex.: esta luz presta à sala um outro ar). = COMUNICAR, EMPRESTAR, TRANSMITIR

    3. Dedicar; render (ex.: prestar homenagem).

    verbo transitivo e intransitivo

    4. Estar ao alcance de alguém para ser útil; ter préstimo ou utilidade. = APROVEITAR, SERVIR

    verbo intransitivo

    5. Ter qualidades (ex.: este artigo presta, mas aquele não; esse grupo não presta).

    verbo pronominal

    6. Mostrar-se bom ou próprio para determinado efeito ou objetivo (ex.: o tema presta-se a horas de conversa). = ADAPTAR-SE, ADEQUAR-SE, AJEITAR-SE

    7. Receber ou admitir o que é oferecido ou o que acontece (ex.: ele prestou-se a ser cobaia na experiência; prestava-se a tudo para agradar). = ACEITAR, CONSENTIR, OFERECER-SE

    etimologiaOrigem:latim praesto, -are.

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    Esta palavra no dicionário

    caucionante | adj. 2 g.

    Que dá ou presta caução....


    emérito | adj.

    Que se reformou ou aposentou, mantendo ainda algumas funções e regalias inerentes ao cargo (ex.: bispo emérito)....


    estafado | adj.

    Que se estafou; que não tem forças....


    A palavra "prestar-se-lhos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?