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    seque

    Enrugado e seco, com aparência de pergaminho....


    avelado | adj.

    Parecido, no aspeto endurecido e com rugas, à avelã depois de seca....


    boquisseco | adj.

    Que tem sede ou que tem a boca seca....


    Que estala facilmente (ex.: consistência estaladiça)....


    esmarrido | adj.

    Ressequido, seco; desanimado....


    exaustivo | adj.

    Que trata por completo um tema (ex.: o autor fez o levantamento exaustivo dos prejuízos causados pela seca)....


    herbiforme | adj. 2 g.

    Que tem aparência de erva seca....


    insecável | adj. 2 g.

    Que não se pode secar....


    marcescente | adj. 2 g.

    Que murcha ou pode murchar....


    mirrado | adj.

    Seco; definhado....


    murcho | adj.

    Que murchou....


    papiráceo | adj.

    Delgado e seco como o papel....


    Diz-se de um ácido obtido pela destilação seca do ácido gálico....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?