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    satisfizerdes

    cadenciado | adj.

    Que tem cadência (ex.: ritmo cadenciado)....


    consolado | adj.

    Que recebeu consolação....


    farto | adj.

    Plenamente satisfeito....


    feliz | adj. 2 g.

    Que tem ou revela felicidade, contentamento....


    flutuante | adj. 2 g.

    Que flutua; que se move sobre as águas....


    pago | adj.

    Que se pagou....


    risonho | adj.

    Que sorri, que tem o riso estampado no rosto, que tem ar de riso....


    cogente | adj. 2 g.

    Cuja veracidade satisfaz de maneira total e coerciva o entendimento ou o intelecto (ex.: argumento cogente)....


    satisfazível | adj. 2 g.

    Que se pode satisfazer; que pode ser satisfeito....


    Que satisfaz testes de aleatoriedade estatística, mas é resultado de um procedimento matemático definido (ex.: números pseudoaleatórios; sequências pseudoaleatórias)....


    belo | adj. | n. m. | interj.

    Em que há beleza....


    completo | adj. | n. m.

    A que não falta nada....


    medida | n. f.

    Quantidade fixa que serve para avaliar extensões ou quantidades mensuráveis....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?