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    repousas

    corpuscular | adj. 2 g.

    Relativo a corpúsculos, a átomos....


    repousante | adj. 2 g.

    Que proporciona repouso, descanso ou tranquilidade....


    quiescente | adj. 2 g.

    Que descansa; que está em sossego....


    acalmia | n. f.

    Período de repouso transitório que se segue a outro de agitação....


    réquie | n. f.

    Parte do ofício de defuntos que começa pela palavra latim "requiem"....


    requiem | n. m.

    Parte do ofício de defuntos que começa por esta palavra....


    repoiso | n. m.

    O mesmo que repouso....


    sabate | n. m.

    Descanso religioso que, segundo a lei de Moisés, devem os judeus observar no sétimo dia da semana, consagrado a Deus....


    dormência | n. f.

    Estado de quem dorme ou sofre um torpor....


    estação | n. f.

    Estada, paragem de duração variável que se faz num lugar....


    zoteca | n. f.

    Na Antiguidade greco-romana, saleta de repouso ou estudo....


    clinoterapia | n. f.

    Tratamento médico por meio de repouso....


    inércia | n. f.

    Falta de movimento ou de atividade....


    lazer | n. m.

    Tempo de que se dispõe livremente para repouso ou distração....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.