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    marginava

    marginado | adj.

    Que se marginou ou que tem margens (ex.: folha marginada com 100 selos)....


    arribas | n. f. pl.

    Ribas; encostas que marginam o rio....


    iluminismo | n. m.

    Doutrina de certos movimentos religiosos marginais, baseada na crença de uma iluminação interior ou em revelações inspiradas diretamente por Deus....


    marginador | n. m.

    Aquele que coloca o papel na máquina de imprimir, pautar ou dobrar....


    eirádego | n. m.

    Medida para cereais nos campos marginais do Tejo....


    folheteira | n. f.

    Pescaria nos pegos marginais dos rios....


    grota | n. f.

    Abertura por onde a água das enchentes invade os campos marginais....


    marginália | n. f.

    Conjunto de anotações nas margens de um livro ou de outro documento....


    marginal | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g. | n. f.

    Da margem....


    cotador | n. m.

    Pessoa que põe cotas marginais....


    espraiar | v. tr. | v. intr. | v. intr. e pron.

    Estender pela praia; arrojar à praia....


    marginar | v. tr.

    Seguir ou estar ao longo da margem de....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?