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    marcadas

    carimbado | adj.

    Que tem marca de carimbo....


    donde | contr.

    Usa-se para indicar origem, proveniência (ex.: ouvíamos o cantar do galo, vindo não sabemos bem donde; donde era o vinho?)....


    marcadouro | adj.

    Diz-se das peças de ouro ou de prata cuja liga consente serem marcadas pelo contraste....


    palmati- | elem. de comp.

    Exprime a noção de dividido como os dedos da mão (ex.: palmatinervado)....


    pautal | adj. 2 g.

    Relativo a pauta....


    sigilado | adj.

    Dizia-se de uma terra argilosa a que se atribuíam propriedades medicinais....


    tuliano | adj.

    Relativo a Marco Túlio Cícero (106 a.C.-42 a.C.), escritor, filósofo e político da Roma antiga....


    tipo- | elem. de comp.

    Exprime a noção de impressão (ex.: tipofotografia)....


    semato- | elem. de comp.

    Exprime a noção de sentido ou significado (ex.: sematologia)....


    sine die | loc.

    Sem marcação de uma data certa; sem uma data precisa para acontecer ou realizar-se (ex.: foi adiado sine die; adiamento sine die)....


    Dizia-se entre os antigos sobre os dias felizes; em sentido oposto nigro notanda lapillo....


    Expressão usada para considerar feliz certo dia, seguindo costume dos antigos romanos, para quem o preto era símbolo da adversidade e o branco da prosperidade....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.