Pesquisa nas Definições por:

    interpusessem

    Por meio de uma pessoa que procede por outra (ex.: concluir um negócio interposita persona)....


    lagarta | n. f.

    Primeira fase da vida dos insetos lepidópteros....


    x | n. m. | adj. 2 g. | símb.

    Vigésima segunda letra do alfabeto da língua portuguesa (ou vigésima quarta, se incluídos o K, W e Y)....


    eclipse | n. m.

    Ocultação temporária, parcial ou total, de um astro por interposição de outro....


    contraminuta | n. m.

    Documento com as razões da parte contra a qual foi interposto um agravo....


    revista | n. f.

    Ato ou efeito de revistar....


    telegrama | n. m.

    Comunicação geralmente curta e urgente, transmitida por meio do telégrafo ou, posteriormente, por meio do telefone e da Internet....


    interpositivo | adj. | n. m.

    Que se interpõe ou que faz interposição....


    agravo | n. m.

    Ofensa a alguém....


    recorrido | n. m. | adj.

    Indivíduo contra quem se interpôs recurso judicial....


    recurso | n. m. | n. m. pl.

    Ato de procurar auxílio ou socorro....


    recorrente | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g. | adj. 2 g. n. m.

    Que recorre....


    rasto | n. m.

    Sinal; vestígio; pegada....


    sombra | n. f.

    Claridade atenuada pela interposição de um corpo entre ela e a fonte de luz....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.