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    implicando-lhe

    anaeróbio | adj.

    Que pode viver e reproduzir-se privado de ar....


    cirúrgico | adj.

    Relativo à cirurgia (ex.: instrumentos cirúrgicos; intervenção cirúrgica)....


    Relativo à telefonia ou ao telefone....


    interpessoal | adj. 2 g.

    Que é relativo a ou implica uma relação entre duas ou mais pessoas (ex.: violência interpessoal)....


    sisífico | adj.

    Relativo a Sísifo, personagem da mitologia grega, condenado a eternamente empurrar uma pedra pela encosta acima de uma montanha, que resvalava sempre quando estava prestes a atingir o topo....


    sisifiano | adj.

    Relativo a Sísifo, personagem da mitologia grega, condenado a eternamente empurrar uma pedra pela encosta acima de uma montanha, que resvalava sempre quando estava prestes a atingir o topo....


    Que pode viver e reproduzir-se privado de ar....


    Que se refere simultaneamente à esfera pública e à esfera privada....


    delitual | adj. 2 g.

    Relativo a delito (ex.: responsabilidade delitual)....


    interdepartamental | adj. 2 g.

    Que se realiza entre dois ou mais departamentos ou implica interação entre departamentos (ex.: projeto interdepartamental)....


    Que se realiza entre duas ou mais federações ou que implica interação entre federações (ex.: torneio interfederativo)....


    Que se realiza entre duas ou mais associações ou que implica interação entre associações (ex.: torneio interassociativo)....


    Que se realiza entre habitantes de duas ou mais fronteiras ou que implica interação entre fronteiras (ex.: ligações interfronteiriças)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?