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    exportemos-mo

    gandar | n. m.

    Pano grosseiro de algodão que se exportava da Índia para África....


    saca | n. f.

    Ação de sacar....


    sacada | n. f.

    Ato de levar géneros ou mercadorias de uma para outra parte....


    saída | n. f.

    Ato ou efeito de sair....


    bretangil | n. m.

    Tecido de algodão originário de Cambrai, em França, que era exportado para a África oriental, onde também era produzido....


    tirada | n. f.

    Ação de tirar (ex.: a tirada do sal era um trabalho muito duro)....


    bugia | n. f.

    Fêmea do bugio....


    bugio | n. m.

    Designação comum às espécies de primatas....


    guarda-fiscal | n. 2 g.

    Funcionário militarizado pertencente à antiga Guarda Fiscal, instituição que fiscalizava as mercadorias importadas ou exportadas para se opor ao contrabando, nas fronteiras, costas, aeroportos, estações, cais, etc., integrado, a partir de 1993, na Guarda Nacional Republicana....


    obriga | n. f.

    Obrigação....


    Ação de reimportar o que tinha sido exportado....


    turco | adj. | adj. n. m. | n. m.

    Relativo ou pertencente à Turquia, país euro-asiático....


    graneleiro | adj. | adj. n. m.

    Relativo à carga a granel (ex.: exportação graneleira; terminal graneleiro)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?