Pesquisa nas Definições por:

    cus

    bate-cu | n. m.

    Pancada que se leva nas nádegas quando se cai sentado....


    cutiliquê | n. m.

    Coisa ou pessoa de pouca monta, de pouca importância....


    cuzada | n. f.

    Pancada dada com o rabo....


    cuada | n. f.

    Pancada com as nádegas....


    cueiro | n. m.

    Pedaço de pano ou de outro material absorvente que se usa para envolver as nádegas e a zona genital, com o objetivo de aparar as fezes e a urina dos bebés ou de pessoas com incontinência....


    befe | n. m.

    Ânus....


    quotiliquê | n. m.

    Coisa ou pessoa de pouca monta, de pouca importância....


    lambe-cu | n. 2 g.

    Indivíduo que elogia de modo servil....


    lumbricídeo | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Relativo aos lumbricídeos....


    luze-cu | n. m.

    Designação comum aos insetos coleópteros que emitem luz fosforescente....


    cuduro | n. m.

    Música e dança de origem angolana....


    cunete | n. m.

    Prática sexual que consiste na estimulação do ânus com a língua ou com a boca. (Equivalente no português de Portugal: botão-de-rosa.)...


    cuzudo | adj. n. m.

    Que ou quem tem nádegas grandes....


    lambe-cus | adj. 2 g. 2 núm. n. 2 g. 2 núm.

    Que ou aquele que elogia de modo servil....


    cê-dê-efe | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem é extremamente empenhado nos estudos ou na execução de alguma tarefa....


    cu-de-ferro | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem é extremamente empenhado nos estudos ou na execução de alguma tarefa....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.