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    cotejava-se-lho

    concerto | n. m.

    Combinação entre pessoas ou entidades....


    confronto | n. m.

    Ato ou efeito de confrontar....


    colação | n. f.

    Ação ou poder de conferir um benefício eclesiástico....


    cotejo | n. m.

    Ato de cotejar....


    vidimus | n. m.

    Atestado que começa pela palavra vidimus e que certifica que um ato foi cotejado e encontrado conforme o original (ex.: dar um vidimus)....


    cotejador | adj. n. m.

    Que ou aquele que coteja....


    aferir | v. tr.

    Cotejar medidas e pesos com o padrão oficial e carimbá-los, quando legais....


    colacionar | v. tr.

    Cotejar, conferir, confrontar....


    concertar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Combinar, ajustar, conciliar....


    conferir | v. tr. | v. intr.

    Ver se está exato....


    confrontar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Pôr ou ficar frente a frente....


    cotejar | v. tr.

    Fazer a comparação de uma coisa com outra ou outras....


    escrutinar | v. tr. e intr.

    Contar e cotejar com as descargas dos cadernos eleitorais (ex.: escrutinar as listas eleitorais)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?