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    continue-o

    enxermada | adj. f.

    Diz-se da rês que perdeu o filho e continua a dar leite....


    eupneico | adj.

    Que tem eupneia ou facilidade em respirar (ex.: o paciente continua eupneico)....


    Locução tirada da liturgia latina e que se emprega para exprimir a longa duração de uma coisa (ex.: o discurso ameaça continuar in saecula saeculorum)....


    Diz-se da flor ou do fruto de que nasce um raminho, que continua a crescer....


    discurso | n. m.

    Fala ou texto preparado para ser apresentado perante uma audiência; peça oratória....


    remurmúrio | n. m.

    Murmúrio continuado, repetido....


    Pessoa que faz publicidade em diversos meios de comunicação e é associada a determinada marca (ex.: a cantora continua como garota-propaganda do perfume)....


    cuidado | n. m. | adj. | interj.

    Cautela, precaução....


    isco | n. m.

    Engodo do anzol....


    motivação | n. f.

    Ato ou efeito de motivar ou de se motivar, de estimular ou de se estimular (ex.: os pais deram-lhe a motivação para continuar os estudos)....


    piela | n. f.

    Bebedeira (ex.: se continuar a beber assim, vai chegar a casa com uma bela piela)....


    Ato ou efeito de prosseguir; continuação....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.