Pesquisa nas Definições por:

    comunicaste-mo

    coercivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    interativo | adj.

    Diz-se de fenómenos que reagem uns sobre os outros....


    Relativo às relações ou comunicações entre os vários grupos humanos....


    tricúspide | adj. 2 g.

    Que tem três pontas no cimo....


    visivo | adj.

    Relativo à visão (ex.: comunicação visiva)....


    fático | adj.

    Que permite estabelecer a comunicação entre os interlocutores e testar o canal de comunicação (ex.: função fática da linguagem)....


    somatossensorial | adj. 2 g.

    Que é realizado por outros órgãos que não sejam os olhos e os ouvidos....


    Que participa ativamente nalguma atividade ou tarefa....


    comunicacional | adj. 2 g.

    Relativo a comunicação (ex.: estratégia comunicacional)....


    diafásico | adj.

    Que se distribui ou se diferencia segundo um estilo de expressão ou uma situação de comunicação (ex.: variação diafásica)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?