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    calejasses

    caleja | n. f.

    Rua muito estreita....


    calejo | n. m.

    Rua muito estreita....


    chiba | n. f.

    Cabra nova....


    caleja | n. f.

    Endurecimento da pele em determinado local, geralmente sujeito a atrito....


    canelho | n. m.

    Rua muito estreita....


    calejão | n. m.

    Rua ou passagem estreita e comprida....


    canelha | n. f.

    Rua muito estreita....


    caloso | adj.

    Que tem calos....


    calejar | v. tr. | v. tr. e intr.

    Tornar caloso....


    cauterizar | v. tr.

    Aplicar cautério, botão de fogo, ferro em brasa, etc., a....


    curtir | v. tr. | v. tr. e intr. | v. intr.

    Preparar peles, couros para os tornar imputrescíveis....


    encruar | v. tr., intr. e pron.

    Enrijar (o que está cozendo)....


    endurecer | v. tr., intr. e pron. | v. pron.

    Tornar duro....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?