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    botar-mo

    boto | adj.

    Que perdeu o gume ou a ponta, não podendo por isso cortar ou furar como antes....


    lampeiro | adj.

    Que nasce ou surge antes do tempo....


    chiola | n. f.

    Carro de bois velho que chia muito....


    encospas | n. f. pl.

    Peças com que se alargam as botas ou outro tipo de calçado....


    diabo | n. m. | interj.

    Cada um dos anjos maus....


    galocha | n. f.

    Espécie de calçado que se calça por cima de outro, geralmente para o proteger da humidade ou da lama....


    largo | adj. | n. m. | adv.

    De bastante ou muita largura....


    palheta | n. f. | n. f. pl.

    Lâmina ou pequena placa....


    palmilha | n. f.

    Forro interior da sola do sapato ou da bota....


    puxadeira | n. f.

    Asa ou pestana na parte superior do cano da bota, etc....


    solaria | n. f.

    Grande porção de sola....


    zabra | n. f.

    Pequena embarcação, semelhante a um bote, usada na África Oriental....


    encóspias | n. f. pl.

    Peças com que se alargam as botas ou outro tipo de calçado....


    insuflável | adj. 2 g. | n. m.

    Que se pode insuflar ou encher de ar (ex.: colchão insuflável; piscina insuflável)....


    perdigota | n. f.

    Usado na locução não bater a bota com a perdigota....


    alargadeiras | n. f. pl.

    Peças com que se alargam as botas ou outro tipo de calçado....


    esquife | n. m.

    Pequena embarcação ao serviço de outra maior....


    borra-botas | n. m. 2 núm.

    Engraxador pouco habilidoso ou que presta mau serviço....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?