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    borres

    escorralhas | n. f. pl.

    Conjunto das borras de líquido que ficam nas bordas ou no fundo das vasilhas....


    escorredura | n. f.

    Conjunto das borras de líquido que ficam no fundo das vasilhas....


    borraça | n. f.

    Chuva miúda e persistente....


    borra-botas | n. m. 2 núm.

    Engraxador pouco habilidoso ou que presta mau serviço....


    borra | n. f.

    Parte da seda do casulo que não é fiada....


    borra | n. f.

    Designação vulgar de duas espécies de aves da família dos muscicapídeos, encontrados na Europa, na Ásia e em África, com cerca de 15 centímetros de comprimento e de cor parda....


    borraceiro | n. m. | adj.

    Chuva miudinha e persistente....


    borrada | n. f.

    Grande quantidade de borra....


    borrego | n. m.

    Cordeiro de menos de ano....


    borreiro | n. m.

    Lugar onde se juntam borras....


    borrelho | n. m.

    Designação comum a diversas aves aquáticas da família dos caradriídeos....


    borriço | n. m.

    Chuva fina e persistente....


    borro | n. m.

    Carneiro de entre um a dois anos....


    gravela | n. f.

    Bagaço seco da uva....


    balsa | n. f.

    Tina grande onde a uva é pisada ou onde o mosto fica a fermentar....


    cacaborrada | n. f.

    Coisa mal executada; trabalho malfeito....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.