Significado de peladíssima

    A forma peladíssimaé [derivação feminino singular de peladopelado].

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    peladopelado
    ( pe·la·do

    pe·la·do

    )

    adjectivoadjetivo

    1. Que não tem ou a que se tirou o pelo.

    2. Que não tem ou a que se tirou a pele ou a casca (ex.: tomate pelado).

    3. [Brasil] [Brasil] Que está sem roupa (ex.: homem pelado; mulher pelada). = DESNUDO, DESPIDO, NU

    adjectivo e nome masculinoadjetivo e nome masculino

    4. Que ou quem não tem cabelo, tem pouco cabelo ou traz o cabelo cortado à escovinha. = CARECA, CALVO

    5. Que ou quem mostra manha ou esperteza. = ESPERTALHÃO, FINÓRIO

    6. Que ou quem não tem dinheiro. = POBRE

    nome masculino

    7. Campo de futebol sem relva (ex.: no início, jogavam num pelado).

    8. [Brasil] [Brasil] Terreno em que o pasto foi tosado pelo gado. = PELADOR, RAPADOR, RAPADOURO

    etimologiaOrigem:particípio de pelar.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: peludo.

    Esta palavra no dicionário

    almarado | adj.

    De cabeça pelada em várias partes....


    peladeiro | n. m.

    Pessoa que joga num jogo de futebol informal e amador, numa pelada....


    garimpo | n. m.

    Terreno ou local onde se exploram metais ou minerais preciosos (ex.: a Serra Pelada foi considerada um dos maiores garimpos de ouro)....


    Espécie de doce preparado com amêndoas peladas e raladas, gemas de ovos e açúcar....


    pelado | adj. | adj. n. m. | n. m.

    Que não tem ou a que se tirou o pelo....


    A palavra "peladíssima" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?