Significado de neve-se-nos

    A forma neve-se-nospode ser [feminino singular de neveneve], [terceira pessoa singular do imperativo de nevarnevar] ou [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de nevarnevar].

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    nevarnevar
    ( ne·var

    ne·var

    )
    Conjugação:impessoal.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Cair neve.

    2. [Figurado] [Figurado] Branquejar.

    verbo transitivo

    3. Cobrir de neve.

    4. Esfriar com gelo.

    etimologiaOrigem:neve + -ar.

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    neveneve
    ( ne·ve

    ne·ve

    )
    Imagem

    Camada desses flocos depositada no solo ou numa superfície.

    nome feminino

    1. [Meteorologia] [Meteorologia] Precipitação de vapor de água congelado e cristalizado, em forma de flocos.

    2. Camada desses flocos depositada no solo ou numa superfície.Imagem

    3. Gelo (ex.: antigamente, a pastelaria vendia neve).Imagem

    4. Frio intenso.

    5. Sorvete.

    6. Brancura.

    7. Conjunto de cabelos brancos. = BRANCAS, CÃS


    em neve

    [Brasil] [Brasil] [Culinária] [Culinária]  O mesmo que em castelo.

    neve carbónica

    Designação dada ao dióxido de carbono (CO2) solidificado, usado como agente de arrefecimento. = GELO CARBÓNICO, GELO SECO

    etimologiaOrigem:latim nix, nivis.

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    Esta palavra no dicionário

    alobadado | adj.

    Diz-se do céu quando apresenta pequenas nuvens pretas e pardas, sinal de neve....


    Diz-se do mar quando nele se elevam pequenas ondas brancas; e do céu, quando coberto de pequenas nuvens que parecem formar ondas....


    níveo | adj.

    Da neve ou a ela relativo (ex.: brancura nívea)....


    raro | adj. | adv. | n. m.

    Que não fácil de encontrar....


    A palavra "neve-se-nos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?