Significado de micamos-no-la

    A forma micamos-no-lapode ser [primeira pessoa e segunda pessoa plural do presente e do pretérito perfeito do indicativo de micarmicar], [primeira pessoa plural do pretérito imperfeito e do pretérito perfeito do conjuntivo e do indicativo de micarmicar] ou [primeira pessoa plural do pretérito perfeito do indicativo de micarmicar].

    Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
    micarmicar
    ( mi·car

    mi·car

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. [Portugal, Informal] [Portugal, Informal] Olhar insistentemente e de forma interessada para algo ou alguém (ex.: ando a micar aquele carro; o tipo micava a mulher descaradamente). = GALAR

    verbo intransitivo

    2. [Jogos] [Jogos] Fazer mico (no jogo).

    3. [Brasil, Informal] [Brasil, Informal] Não ser bem-sucedido; não ter sucesso. = FRACASSAR, GORAR

    4. [Brasil, Informal] [Brasil, Informal] [Economia] [Economia] Ficar na posse de ação ou título desvalorizados.

    etimologiaOrigem:mico + -ar.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: miquear.

    Esta palavra no dicionário

    chique | adj. 2 g. | n. m.

    Bonito, elegante, benfeito....


    sagui | n. m.

    Designação comum aos pequenos primatas da família dos calitriquídeos, comuns na América Central e na América do Sul, cujo polegar muito curto não se opõe aos restantes dedos....


    micagem | n. f.

    Trejeito da boca, do rosto ou do corpo semelhante a mico ou de caráter burlesco....


    mico | n. m.

    Jogo de cartas que tem por objetivo fazer pares de cartas de animais machos e fêmeas....


    A palavra "micamos-no-la" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?