Significado de mesquinha-mos

    A forma mesquinha-mospode ser [feminino singular de mesquinhomesquinho], [segunda pessoa singular do imperativo de mesquinharmesquinhar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de mesquinharmesquinhar].

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    mesquinharmesquinhar
    ( mes·qui·nhar

    mes·qui·nhar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Dar com mesquinhez.

    2. Negar por mesquinhez.

    3. Regatear.

    verbo pronominal

    4. Fazer-se mesquinho. = AMESQUINHAR

    verbo intransitivo

    5. [Brasil: Rio Grande do Sul] [Brasil: Rio Grande do Sul] Não aceitar, o cavalo, o freio.

    6. [Brasil: Rio Grande do Sul] [Brasil: Rio Grande do Sul] Ser esquivo ou arisco.

    etimologiaOrigem:mesquinho + -ar.

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    mesquinhomesquinho
    ( mes·qui·nho

    mes·qui·nho

    )

    adjectivoadjetivo

    1. Que não tem o indispensável em quantidade suficiente.

    2. Que tem poucos recursos. = POBRE

    3. Que tem uma visão ou uma compreensão muito limitada.

    4. Infeliz, desditoso.

    5. Inspirado em sentimentos vis.

    6. De aparências ou formas acanhadas.

    adjectivo e nome masculinoadjetivo e nome masculino

    7. Que ou quem é muito apegado ao dinheiro e não gosta de o gastar. = AVARENTO, FORRETA, SOMÍTICO, SOVINA

    8. Que ou aquele que dá ou partilha com pouca generosidade. = AVARENTO, FORRETA, SOMÍTICO, SOVINA

    etimologiaOrigem:árabe miskin, pobre, desgraçado, infeliz.

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    Esta palavra no dicionário

    exile | adj. 2 g.

    Pobre; exíguo; mesquinho....


    A palavra "mesquinha-mos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?