Significado de lógica

    A forma lógicapode ser [feminino singular de lógicológico] ou [nome feminino].

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    lógicalógica
    ( ló·gi·ca

    ló·gi·ca

    )

    nome feminino

    1. [Filosofia] [Filosofia] Ramo da filosofia que estuda o raciocínio e as operações para determinar o que é verdadeiro.

    2. Livro ou tratado desse ramo da filosofia.

    3. Maneira de raciocinar ou de argumentar.

    4. [Figurado] [Figurado] Conformidade ou encadeamento entre factos ou ideias (ex.: o que ele disse não tem lógica). = COERÊNCIA, NEXO


    lógica da batata

    Maneira muito básica ou óbvia de raciocinar ou de apresentar um raciocínio.

    etimologiaOrigem:latim logica, -ae ou logice, -es, do grego logikê [tekhnê], arte de raciocinar, do grego logikós, -ê, -ón, relativo à palavra, ao discurso, hábil a falar, relativo ao raciocínio.

    Secção de palavras relacionadas

    lógicológico
    ( ló·gi·co

    ló·gi·co

    )

    adjectivoadjetivo

    1. Conforme as regras da lógica.

    2. Coerente.

    3. Diz-se da análise que estuda as proposições e seus membros componentes.

    nome masculino

    4. Aquele que é versado em lógica.

    5. [Popular] [Popular] Indivíduo manhoso, finório.

    etimologiaOrigem:grego logikós, -ê, -ón, relativo à palavra, ao discurso, hábil a falar, relativo ao raciocínio.

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    Esta palavra no dicionário

    Oposto à lógica (ex.: exercício antilógico; pensamento antilógico)....


    coerente | adj. 2 g.

    Que tem coerência....


    Relativo a filósofo ou a filosofia....


    genético | adj.

    Relativo à sucessão lógica, à filiação de ideias entre si....


    ilógico | adj.

    Falto de lógica; absurdo....


    A palavra "lógica" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?