Significado de grimpa-mas

    A forma grimpa-maspode ser [feminino singular de grimpagrimpa], [segunda pessoa singular do imperativo de grimpargrimpar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de grimpargrimpar].

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    grimpar1grimpar1
    ( grim·par

    grim·par

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo e pronominal

    1. Ensoberbecer-se; responder com altivez.

    2. Investir.

    3. Respingar.

    etimologiaOrigem:francês grimper, trepar, subir, escalar.

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    grimpar2grimpar2
    ( grim·par

    grim·par

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    [Brasil] [Brasil] [Mecânica] [Mecânica] Avariar, falando de peças mecânicas, por desgaste, dilatação ou fricção de superfícies metálicas contíguas mal lubrificadas. = GRIPAR

    etimologiaOrigem:francês gripper.

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    grimpagrimpa
    ( grim·pa

    grim·pa

    )
    Imagem

    Lâmina que, girando em volta de um eixo pela ação do vento, indica a direção deste.

    nome feminino

    1. Lâmina que, girando em volta de um eixo pela ação do vento, indica a direção deste.Imagem = CATA-VENTO

    2. Ponto mais elevado de um objeto ou edifício. = COCURUTO, PÍNCARO

    3. [Gíria] [Gíria] Cabeça.


    levantar a grimpa

    Protestar ou mostrar insubmissão. = RESPINGAR

    etimologiaOrigem:talvez derivação regressiva de grimpar.

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    Esta palavra no dicionário

    grimpado | adj.

    Que sofreu grimpagem; que grimpou....


    grimpa | n. f.

    Lâmina que, girando em volta de um eixo pela ação do vento, indica a direção deste....


    grimpagem | n. f.

    Efeito produzido pela fricção de duas superfícies metálicas em contacto, e que, por falta de uma lubrificação suficiente, aderem uma à outra....


    A palavra "grimpa-mas" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?