Significado de forjarmos-mo

    A forma forjarmos-mopode ser [primeira pessoa plural do futuro do conjuntivo de forjarforjar] ou [primeira pessoa plural infinitivo flexionado de forjarforjar].

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    forjarforjar
    ( for·jar

    for·jar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Trabalhar ou fazer na forja (ex.: forjar o ferro).

    2. [Figurado] [Figurado] Imaginar, inventar, maquinar.

    verbo intransitivo

    3. Ferir-se (o cavalo), batendo com as ferraduras posteriores nas patas anteriores. = ALCANÇAR

    etimologiaOrigem:forja + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    chegadeira | n. f.

    Utensílio com que o ferreiro chega o carvão à forja....


    escopeira | n. f.

    Brocha para alcatroar navios....


    mola | n. f.

    Peça metálica que imprime movimento ou que restitui alguma peça ao seu primitivo estado....


    volapuque | n. m.

    Língua artificial, inventada em 1879 pelo alemão Johann Martin Schleyer, que a pretendia universal....


    forjagem | n. f.

    Ato ou efeito de forjar....


    A palavra "forjarmos-mo" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

      1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

      2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

      Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?