Significado de fabuleis-vo-la

    A forma fabuleis-vo-laé [segunda pessoa plural do presente do conjuntivo de fabularfabular].

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    fabular1fabular1
    ( fa·bu·lar

    fa·bu·lar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Inventar sucessos fabulosos (ex.: fabulava aventuras heroicas).

    2. Narrar um facto ou um conjunto de factos inventados, imaginados ou adulterados (ex.: fabular situações; fabular uma realidade).

    verbo intransitivo

    3. Escrever ou contar fábulas.

    4. Fazer história de má-fé ou sem critério. = MENTIR

    5. Imaginar ou pensar em coisas ou situações vagas ou que não são reais. = FANTASIAR, INVENTAR

    = SinónimoSinônimo geral: EFABULAR, FABULIZAR

    etimologiaOrigem:latim fabulo, -are, falar, conversar, contar, narrar.

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    fabular2fabular2
    ( fa·bu·lar

    fa·bu·lar

    )

    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    Relativo a fábula (ex.: explorou a sua veia fabular; tradição fabular; universo fabular).

    etimologiaOrigem:latim fabularis, -e, fabuloso, mítico, lendário.

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    Esta palavra no dicionário

    Palavras com que, no teatro antigo, se anunciava o fim da representação; foram também as últimas palavras de Augusto antes de expirar....


    fábula | n. f.

    Composição literária, geralmente com personagens de animais, em que se narra um facto cuja verdade moral se oculta sob o véu da ficção (ex.: fábula em verso)....


    fabulador | adj. n. m.

    Que ou aquele que conta ou cria fábulas....


    quimera | n. f.

    Ser mitológico geralmente representado com um corpo híbrido entre leão, cabra e serpente ou dragão....


    A palavra "fabuleis-vo-la" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?