Significado de exerce-se-mo

    A forma exerce-se-mopode ser [segunda pessoa singular do imperativo de exercerexercer] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de exercerexercer].

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    exercerexercer
    |z...ê| |z...ê|
    ( e·xer·cer

    e·xer·cer

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Preencher tarefas, cargos ou deveres (ex.: exerceu diversas funções na empresa). = CUMPRIR, DESEMPENHAR, EXECUTAR

    2. Fazer uso de (ex.: exercer influência; exercer um direito). = EXERCITAR, USAR

    3. Fazer sentir (ex.: a água está a exercer demasiada pressão no dique).

    verbo transitivo e intransitivo

    4. Cumprir os atos, deveres ou obrigações próprios de profissão, cargo, arte ou afim (ex.: exercer medicina; o advogado exerceu durante mais de 50 anos). = EXERCITAR, PRATICAR

    etimologiaOrigem:latim exerceo, -ere, agitar, atormentar, exercitar.

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    Esta palavra no dicionário

    beneficente | adj. 2 g.

    Que exerce a beneficência....


    coercitivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    coercivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    compatível | adj. 2 g.

    Que pode existir simultaneamente ou ser exercido com outro ou outros....


    contundente | adj. 2 g.

    Que pode provocar lesão ou contusão pela pressão exercida numa parte do corpo, batendo ou chocando (ex.: arma contundente; instrumento contundente; pancada contundente)....


    A palavra "exerce-se-mo" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?